



Descubra quem são os moradores de Independence.
A família Ingalls é muito corajosa.
Na temporada 1 de Uma Casa na Pradaria, Charles (Luke Bracey) e Caroline (Crosby Fitzgerald) Ingalls levam as filhas, Mary (Skywalker Hughes) e Laura (Alice Halsey), e seu cachorro, Jack (Good Boy), em uma viagem de carroça do Wisconsin ao Kansas. Eles deixam o conforto de seu lar na esperança de construir uma nova vida na pradaria.
Inspirada no livro Uma Casa na Pradaria, o terceiro da franquia semiautobiográfica de Laura Ingalls, a temporada 1, adaptada por Rebecca Sonnenshine (The Vampire Diaries, The Boys), combina drama familiar, história de sobrevivência e a origem do Oeste dos Estados Unidos.
Rebecca conta que leu os livros de Uma Casa na Pradaria umas 100 vezes desde os cinco anos de idade e considera essa história atemporal como uma narrativa sobre amadurecimento e a busca de uma família por uma vida melhor. “Uma Casa na Pradaria reforça a ideia de que nunca é tarde demais para se reinventar e redescobrir quem você é, o que tem significado para você, que tipo de pessoa você quer ser, que tipo de aventuras quer viver e que tipo de vida gostaria de ter”, comenta ela.
A adaptação também expande a história para além da perspectiva da família Ingalls. Enquanto constroem sua casa na fronteira, perto da cidade de Independence, eles encontram o povo Osage, que vive lá há muito tempo.
Conheça a família Ingalls, os pioneiros de Independence e os membros da Nação Osage que participam da aventura de Laura na temporada 1 de Uma Casa na Pradaria.

Todo mundo se identifica um pouco com Laura. Esse é um dos motivos pelos quais os livros sobre Uma Casa na Pradaria, de Laura Ingalls Wilder, atravessam gerações. Ela é a jovem heroína da nossa aventura, uma garota brilhante, sincera e que sempre questiona a autoridade. “Laura é uma grande inspiração para mim. Ela é muito confiante e segura de si, e acho que isso é um grande benefício ao longo da história toda”, comenta Alice Halsey.
Na temporada 1, Laura é uma figura que desafia convenções e um verdadeiro ícone norte-americano. Esqueça suas ideias sobre a infância moderna, afinal, para as crianças do século 19, a vida era difícil e os riscos eram reais. Em meio a pequenos prazeres e briguinhas com a irmã mais velha, ela tem verdadeiros atos de bravura e superação. Laura é observadora, carinhosa, determinada e de temperamento forte. Ela enfrenta as normas de comportamento impostas às garotas da época e prefere correr descalça, sentir o sol no rosto e ficar com seu cachorro, Jack. E, embora incomode alguns adultos com suas perguntas difíceis, sua personalidade marcante e sua energia sem fim, para as pessoas que realmente importam, ela é um verdadeiro raio de luz. Laura absorve cada detalhe ao seu redor e guarda tudo para as histórias que, um dia, vai compartilhar com o mundo.
Com apenas 10 anos de idade, Alice Halsey demonstra um entendimento notável de tudo o que acontece. Rebecca Sonnenshine diz que isso transparece no olhar dela e na maneira como ela interage com as pessoas: “Ela tem uma ousadia, uma franqueza e uma curiosidade natural que aparecem na atuação e realmente capturam a essência de Laura”. Alice achava que tinha poucas chances de conseguir o papel. Ela estava com os pais e a irmã quando recebeu a ligação confirmando que tinha sido escolhida e até chorou.
Uma Questão de Química, Days of Our Lives

Charles Ingalls é o pai de Laura, um homem de beleza rústica cheio de carisma. O pai de menina original, “Papai” é agricultor, caçador, carpinteiro e artista. É um otimista, daqueles que sempre veem o copo meio cheio. Mas também é inquieto e vive em busca de novos horizontes. Poeta, músico e contador de histórias talentoso, Charles conquistou o coração da esposa ao carregá-la por quase cinco quilômetros no meio da neve para levá-la a um baile de inverno.
Quando fez os testes para o papel, Luke não conhecia a obra. A capacidade do ator australiano de deixar todo mundo à vontade, assim como Charles, impressionou Rebecca Sonnenshine. Ao ler os roteiros pela primeira vez, Luke gostou muito da bondade do personagem e sua determinação em conseguir oferecer uma vida boa para a família. “Por outro lado, os pontos fortes de uma pessoa também podem ser suas fraquezas. Então, às vezes, ele vê a vida com uma certa ingenuidade”, diz o ator, que também adorou “brincar de casinha” com Crosby Fitzgerald. “O casamento é assim. Tem esse companheirismo, a confiança e a certeza de que você sempre vai estar presente na vida de outra pessoa e ela na sua”, acrescenta ele.
Interpretando Charles, Luke também aprendeu uma lição importante: ele provavelmente não se daria muito bem sozinho na pradaria: “Acho que ninguém consegue sobreviver sem apoio. A série mostra isso, que precisamos de muitas pessoas”.
Elvis, Até o Último Homem, Pequenos Incêndios Por Toda Parte

Tranquila, paciente, prática e muito forte, Caroline é a mãe de Laura. “Mamãe” não se casou com Charles por conveniência, os dois se apaixonaram de verdade, foi um romance maravilhoso (e continua sendo). Caroline tem um lado brincalhão e romântico, mas, no fim das contas, é ela quem mantém a família nos trilhos. “As mulheres eram a espinha dorsal do Oeste americano. Não eram os homens andando por aí armados, eram as mulheres que apoiavam os maridos e mantinham as famílias. E foi graças a essas famílias que tudo se consolidou”, explica Rebecca.
O casamento de Caroline e Charles é muito igualitário, algo raro no século 19. Embora a confiança dela no marido seja colocada à prova algumas vezes, a força do amor dos dois sempre perdura. Caroline abriu mão da carreira de professora para constituir família, mas seu desejo de independência nunca desapareceu. Crosby Fitzgerald acredita que Caroline continua querendo romper com a tradição e descobrir novas facetas de si mesma. “É por isso que ela ama tanto Charles. Ele é livre e destemido, disposto a largar tudo e se mudar de repente. No fundo, o que ela quer é viver uma grande aventura”, diz a atriz ao Tudum.
Para Crosby, o papel de Caroline foi um desafio por dois motivos: era a personagem mais importante da carreira dela até o momento e nunca tinha interpretado o par romântico de ninguém. Mas Luke logo a deixou à vontade no set. “Ele chegou com aquele coração enorme e me transmitiu muita segurança”, conta ela. A atriz também acha que não duraria muito na pradaria, pelo menos não sem protetor solar.
Caminhos do Crime, Palm Royale

Mary é a irmã mais velha de Laura e totalmente oposta a ela. Tranquila e estudiosa, ela segue as regras e está sempre buscando ser a filha exemplar. Ela quer ser a obediente, a mocinha feminina, a mais bonita. Os outros pais adoram Mary. Ao contrário da irmã, ela não se sente à vontade na natureza: o sol é quente demais, a neve é fria demais. Ela adora fitas bonitas, ler poesia e passar longas tardes costurando. Em outras palavras, Laura e Mary são como a água e o vinho. Melhores amigas e inimigas mortais, elas se amam muito e também discutem muito. Mas, no fim das contas, uma sempre apoia a outra. Afinal de contas, nesse novo ambiente selvagem, elas precisam se proteger.
“Queríamos uma Mary que fosse acolhedora, que não vivesse só dando broncas”, explica Rebecca Sonnenshine. Irmã mais velha na vida real, Skywalker Hughes levou esse mesmo espírito acolhedor para o set. Entre as tomadas, ela chegou até a ensinar Crosby Fitzgerald a fazer crochê e tricô.
Skywalker acha que Mary tem orgulho de ser a irmã mais velha, então, quando não cumpre essa função, ela se sente culpada. Durante a leitura de química com Alice, as futuras irmãs cantaram “Reme o barquinho”. Os livros de Uma Casa na Pradaria fazem parte da vida de Skywalker desde que ela se entende por gente: “Cresci com os livros na minha mesa de cabeceira desde bem pequenininha e vivia pedindo para minha mãe ler para mim”.
I, Object, Joe Pickett

Jack é o fiel cachorro da família Ingalls, que acompanha a carroça deles pela pradaria. Ele se torna o maior companheiro de Laura e está presente nos momentos mais difíceis e nas aventuras mais felizes da família.
No episódio 1, a família Ingalls acha que perdeu o cachorro quando a carroça fica presa durante a travessia perigosa de um rio. Ele pula na água para salvar o Papai, assim como no livro. Mas Laura nunca perde a esperança de que Jack volte, e isso prepara o terreno para os acontecimentos da temporada. “Manter essa esperança viva mesmo diante de circunstâncias desanimadoras é uma parte muito importante dessa família e de todo o espírito de Uma Casa na Pradaria”, afirma a criadora Rebecca Sonnenshine.

A pequena Carrie, apelido de Caroline, chega como um milagre de Natal no episódio 6. Ela é a primeira filha dos Ingalls a nascer na pradaria, justamente quando a família enfrenta a febre, as dificuldades e a incerteza. “É o verdadeiro significado do Natal. Nesse momento em que tudo parece perdido e eles estão totalmente sozinhos, um novo membro da família chega de surpresa justamente quando os presentes são escassos”, explica Rebecca Sonnenshine.
A chegada dela traz alegria e esperança, mas também deixa Laura com medo de perder o posto de caçulinha. Ela se preocupa em dividir a atenção do Papai com mais uma irmã. Rebecca conta que se inspirou na história real da família Ingalls para retratar a chegada da bebê: “Carrie nasceu na pradaria, então achei que seria interessante se Caroline e Charles não tivessem conseguido ter outro filho por um bom tempo e houvesse aquele desejo pairando no ar de continuar aumentando a família”.

John Edwards é um veterano da Guerra Civil vindo do Tennessee. Sociável e misterioso, ele chama a atenção de todas as mulheres solteiras do condado (e de algumas casadas também).
Com Edwards, a ideia de Rebecca era retratar uma pessoa que passou por muitas perdas e agora luta para encontrar sentido na vida. Ele está atravessando um momento sombrio quando conhece a família Ingalls. “Ele está só sobrevivendo, não exatamente vivendo. Mas, ao criar laços com Laura, Mary, Charles e Caroline, ele encontra um motivo para seguir em frente”, comenta a criadora.
Warren Christie admira Edwards porque, mesmo depois de enfrentar situações terríveis, ele não deixou de ter um bom coração. “Esse homem passou por muitos traumas e agora está procurando um pouquinho de esperança no mundo”, observa o ator.
The Watchful Eye, A Royal Montana Christmas

O Dr. Tann é um homem generoso e bondoso que trata muito bem os pacientes e, assim, une a comunidade. Além de ser um personagem dos livros, ele existiu na vida real. Após ser escalado para o papel, Jocko Sims descobriu que o verdadeiro Dr. Tann morava em Independence e ajudou a salvar a família Ingalls quando eles contraíram malária. “Encontrei a lápide dele online, e lá dizem que ele salvou a vida da família Ingalls. Sem o Dr. Tann, não haveria Uma Casa na Pradaria”, conta o ator.
Na preparação para o papel, Jocko leu a autobiografia de Frederick Douglass, que viveu naquela época, um livro que o verdadeiro Dr. Tann poderia ter lido. Como o Dr. Tann atuou como médico durante a Guerra Civil, o ator queria compreender as experiências que o influenciaram e ir além do roteiro: “Eu queria me concentrar no que ele poderia estar pensando e em que tipo de experiência ele vivenciou de fato, porque a descrição do personagem só dizia que ele era muito carismático e sorria bastante”.
Sempre que o médico aparece na temporada 1, ele está de terno. A ideia, segundo o figurinista Mitchell Travers, era indicar “educação, estabilidade e uma conta bancária recheada”.
Hospital New Amsterdam, Grosse Pointe Garden Society

Emily Henderson é uma mulher muito charmosa que lida bem tanto com pessoas quanto com números, um talento ótimo para administrar o armazém da cidade. Ela acolhe Caleb, um menino órfão que aparece na cidade.
Caroline aprende muito com Emily, que comanda sozinha o armazém da família. “Ela é uma mulher independente, que faz algo muito diferente do que Caroline conhece. É uma mulher solteira que se sustenta e ainda mantém um filho por conta própria”, comenta Crosby Fitzgerald.
Em meio a tudo isso, Emily também passa a fazer parte de um tipo diferente de história familiar à medida que seu vínculo com o Dr. Tann vai se aprofundando. Jocko Sims adianta que o público vai sentir a tensão romântica entre os dois logo na estreia: “Eles ficam encantados um pelo outro assim que ele entra no armazém”.
Estação 19, O Diário de Noel

Jemma é a esposa de Eli James. Confiante e com um ar de “cidade grande”, ela é a fofoqueira de Independence.
Caroline sente um certo conforto ao encontrar alguém como Jemma na pradaria. De certa forma, ela simboliza o passado de Caroline, e a amizade entre elas a desafia a refletir sobre o tipo de vida que pretende construir no novo lar. “Caroline fica dividida entre querer impressionar essa pessoa como faria em casa, como sua mãe ou sua irmã, ou se manter fiel aos seus princípios morais e deixar que eles guiem suas ações”, explica Crosby Fitzgerald.
Canina, De Volta ao Baile, Alguém Avisa?

Lacey é uma bela viúva, proprietária de uma casa de jogos e de um bar nos arredores de Independence.
Titãs, Transplant

Eli é o marido de Jemma James. Ele trabalha na ferrovia e apoia muito os novos moradores de Independence.
Chapelwaite, Star Trek: Strange New Worlds

Caleb é um pré-adolescente magrinho, de beleza rústica, que ficou órfão e fala pouco. Emily, que administra o armazém da cidade, acolhe Caleb e oferece um emprego a ele.
SkyMed, Malcolm: A Vida Continua Injusta

Mitchell é um homem de ascendência Osage e branca. Bondoso, ele vive no Kansas com a família e construiu sua vida na pradaria. Foi lá que se tornou um fazendeiro bem-sucedido e ergueu a propriedade mais impressionante do condado. “Ele se preocupa muito com a segurança e a proteção da terra e de seu povo, como se fosse um guia”, comenta Meegwun Fairbrother.
Como o povo Osage é retratado no livro original sob o ponto de vista de alguém observando de fora, a equipe criativa elaborou uma história para oferecer uma perspectiva de quem eles eram e do que estavam vivenciando, não apenas como conceitos, mas como pessoas. “Com a inclusão da família Mitchell, queríamos um espelho dos Ingalls: um casal com uma filha e um relacionamento amoroso maravilhoso, mas que também tem divergências, como Caroline e Charles”, explica Rebecca Sonnenshine. Para Luke Bracey, “Charles e Mitchell se veem um no outro, mesmo que de uma forma inconsciente”.
Robert Warrior, acadêmico e consultor Osage, aconselhou a equipe, desde o início, a evitar o clichê de retratar a família Osage da série com o pai branco e a mãe indígena ou vice-versa, um atalho narrativo “bastante batido”. Meegwun, que cresceu em contato com os idiomas ojibwe e cree, observa que geralmente não costuma ser escalado para papéis de época. “Não existem muitos papéis de ascendência mista de Primeiras Nações nesse gênero. Então, quando vi isso no teste inicial, fiquei impressionado”, conta o ator.
Meegwun também ajudou a definir a aparência de Mitchell, buscando inspiração em uma foto de um homem Osage que era filho de um chefe. Ele usava os cabelos penteados para trás formando um pequeno moicano, mas com pontas arrepiadas na parte de trás. A imagem conquistou a equipe criativa, que decidiu adotar o visual.
Avatar: O Último Mestre do Ar, Outlander, SkyMed

Bonita e com um senso de humor afiado, White Sun tem opiniões fortes. Às vezes, ela enxerga o mundo com uma perspectiva mais pessimista do que o marido, Mitchell. Ao receber a descrição da personagem, Alyssa Wapanatâhk, que é da etnia Cree, adorou a representação autêntica dos personagens Osage e a introdução da família Mitchell. “Sabia que a família Osage não fazia parte da série original e fiquei muito feliz com esse tipo de mudança”, conta ela.
Mas o que mais chamou a atenção de Alyssa foi o amor entre Mitchell e White Sun, duas pessoas indígenas, e a forma como eles se adoram e se respeitam. Segundo ela, esse tipo de casamento não aparece muito nas telas.
O figurino de White Sun, com a saia, o xale e as fitas tradicionais Osage, foi todo feito à mão. No set, a consultora cultural Julie O’Keefe vestia Alyssa da mesma forma que as mulheres Osage vestem seus filhos. “Ela vinha ao meu trailer até o final da produção, só para me vestir da maneira mais correta e autêntica. Foi uma experiência muito carinhosa, com uma energia de família”, conta a atriz.
Peter Pan & Wendy, Riverdale

Good Eagle é a filha de Mitchell e White Sun. Ela é muito criativa e conhecida como a contadora de histórias da família.
Rebecca Sonnenshine e a equipe de roteiristas criaram a personagem especificamente para a série. Assim como Laura, Good Eagle não segue regras, tem um jeito meio moleca e, às vezes, tem dificuldade em se encaixar nas expectativas da vida em família. Rebecca conta que a equipe queria passar uma compreensão profunda do que acontecia e que fosse algo humanista e emocional, mas sem fugir dos elementos básicos da trama. Alice Halsey concorda que, apesar das origens diferentes, Laura e Good Eagle têm muito em comum. “As duas adoram estar ao ar livre e fazer atividades físicas e trabalhos manuais. Good Eagle ensinou muito a Laura, inclusive a ler. Elas se valorizam bastante”, comenta a atriz.
Mitchell Travers explica que o figurino de Good Eagle representa como ela vive entre dois mundos: a cultura Osage tradicional e as influências de sua amizade com as irmãs Ingalls. “Queríamos que ela usasse roupas tradicionais, mas também adotasse elementos das amigas, como uma pulseira da amizade moderna”, diz o figurinista.
Eco

Little Puma é o irmão mais novo de White Sun. Apesar de ter um bom coração, ele é teimoso e está tentando encontrar seu lugar no mundo. Ele ama a irmã mais velha, mas também adora tirar a paciência dela.
People of the West, You Can Take It With You

Pawnee-no-pashe, conhecido como Governador Joe, é um respeitado líder que aparece no episódio 7 como um dos sete chefes Osage presentes na cidade para discutir o acordo de terras. Edwards diz a Charles que ele é o “o homem mais esperto” no lugar. Sereno e profundamente comprometido com sua responsabilidade diante de seu povo, ele inicialmente se recusa a ceder as terras Osage, forçando os colonos e agentes do governo a refletir sobre o que estão pedindo. O Governador Joe só reconsidera sua posição quando Mitchell intervém e promete defender a dignidade do povo Osage nas negociações, fazendo dele uma força moral e política fundamental na história.
A consultora cultural Osage Julie O’Keefe explica que Talee Redcorn ajudou a desenvolver o programa de ensino da língua Osage na década de 1980. “Ele é o melhor dos melhores e trabalhou com Meegwun, Alyssa e Wren para ensinar o idioma”, conta ela. Alyssa diz que trabalhar com Talee foi muito tranquilo: “A língua é bem parecida com o meu idioma nativo, o cree. Conversamos bastante sobre isso, são duas línguas melódicas e cheias de detalhes”.
Assassinos da Lua das Flores
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